Os homens atuam a partir da natureza e adaptam sua vida social a esta ação, desenvolvem em cada situação concreta certas formas de sentir, pensar e atuar que correspondem à vida social de diferentes grupos.
Goldmann, que desenvolve o tema da criatividade para ação e a iniciativa em muitos de seus estudos, conclui que entre tantas justificativas para não participar existe um forte argumento individual: Ser objeto passivo tem sido mais interessante que sujeito ativo, pois significa absterse de um problema a mais. Isto leva geralmente a uma vida mais fácil e prática, ainda que cada vez mais marginal e isolada enquanto capacidade de criação e senso de sociedade, que oferece cada vez menos solo fértil para fertilizar e favorecer a criação.
Goldmann não contava com as redes sociais neste momento, e para ser parte delas e da virtualidade, as pessoas são obrigadas a expressar seus sentimentos e terem opiniões. As atitudes virtuais são parte do caminho para uma atitude real.
A zona de conforto está diminuindo... a partir daí cada um buscará como ser mais que passividade.
31 de ago. de 2010
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