Cada dia ouço falar de mais uma coisa “super” sustentável. Hoje foi que uma discoteca na Inglaterra aproveita a energia dos pés dos frequentadores para a energia da cabine do DJ. Parece surreal, mas acho que estas idéias estranhas e porque não meio fashion marcam a possibilidade da auto-gestão.
Inventamos nossa história e tecnologia sustentável, produzimos nossas próprias obras de arte, criamos nossa própria verdade sobre a solidariedade. Mas principalmente e acima de tudo, desconfiamos das grandes corporações “amigas do meio ambiente”.
Se por um lado, vejo de perto vários projetos das grandes marcas, por outro continuo vendo que estas mesmas exploram os agricultores ou provedores de matéria prima e sempre que possível também seus próprios empregados.
Por isto esqueçam as esmolas às ONGs e a fé nas publicidades de Responsabilidade Social, e se você quer colaborar com o planeta, compre produtos artesanais e de comercio justo. Somente pagando a dignidade do trabalho é que podemos chegar em algum momento mais justo de nossa sociedade.
17 de mar. de 2010
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