1 de ago. de 2010

Intervenção

A realização de uma intervenção urbana de manera social não é nada fácil. É preciso pensar algo para todos. Mas o egoísmo entra nesta história por todos pontos de vista. O importante é saber se o nosso interesse é muito pessoal, só para começar.
A necessidade de fazer algo surge quando vemos que um espaço foi esquecido e menosprezado e queremos utilizar-lo. O espaço público, substituido por tantas “prioridades”, nos deixa de interessar pela prioridade de conservar de melhorar as condições de vida em nossa própria casa.
Acontece com todos nós. As motivações variam, mas o resultado é o mesmo. Estabelecer este vínculo, vida pessoal e espaço público é um desafio para todos. Perguntar-se o que se ganha com dedicar-se com a questão que compete ao governo como essência é a primeira coisa.
Sem menosprezar a boa vontade da sociedade porque também sou parte dela, sei que existe papeis que cada um representa, e só este mesmo papel, sendo exercido de meneira positiva à sociedade provoca o processo de melhoría que governo mediará em vez de decidir.
Isto quer dizer que não todos vamos plantar árvores nas praças e restaurar equipamentos públicos, mas que sempre o que uma pessoa sabe e gosta de fazer contribui socialmente. Mas como servir com ela? De um esporte, marcenaria ou administração? Um caixa, um vendedor ou um engenheiro? Todos podem completar este ciclo sem desviar de sua própria evolução pessoal.
Isto sim é uma intervenção. Usar o que aprendemos individualmente para sobreviver neste mundo e criar um novo sentido em nossa própria existência.

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