A circulação de informação tanto expandiu o conhecimento e as possilidades do indivíduo de ser diferente e ausentar-se dos problemas coletivos, como trata permanentemente de mostrar fatos que vão além do alcance de uma pessoa, insinuando a pouca efetividade que esta representa diante do exceso de acontecimentos e influências que definem o sistema tal e como está estabelecido.
A “conspiração” que de forma natural termina por enibir o indivíduo que tem seus próprios problemas a querer mudar o mundo, também o dessestimula a simplesmente fazer coisas que estão ao seu alcance porque ele não chega a percebê-las como vantajosas para si mesmo de tão bloqueado de “obrigações” e "stress cotidiano".
A estrutura ocidental concebida não como um meio, senão como um fim levou à especialização e técnicas que alhienam (distribui de maneira desigual a criatividade), penetram (minimiza a identidade e autonomía gerando dependência), fragmentam (dificulta a cooperação separando os sujeitos), marginalizam (exclue os processos participativos) e segmentam (faz com que seja incompatível auto-realização e a busca de um sentido de vida).
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